O hábito de fumar é o fator de risco mais conhecido para o câncer de pulmão. Ele aumenta em até 20 vezes a chance de desenvolver a doença quando comparado aos não fumantes. Esse é o tipo de câncer que mais causa óbito no mundo, por isso a importância de preveni-lo. Estima-se que em até 90% dos casos diagnosticados, o câncer de pulmão esteja associado ao Tabagismo. Isso acontece porque a fumaça do cigarro contém várias substâncias cancerígenas. Por essa razão, o aspecto mais importante na prevenção desta patologia é evitar o início do Tabagismo e incentivar, quando já iniciado, a sua interrupção. 

De acordo com o NCCN (National Comprehensive Cancer Network) existem 2 grupos de pacientes com maior risco para esse tipo de câncer:

1 – Pessoas entre 55 e 74 anos que fumam um maço por dia por 30 anos seguidos, que ainda sejam fumantes ou que tenham interrompido o hábito há menos de 15 anos;

2 – Pacientes com 50 anos ou mais com histórico de tabagismo importante (um maço por dia por 20 anos seguidos ou mais) e que apresentem fatores adicionais de risco como histórico de câncer prévio, presença de doença pulmonar associada a exposição a agentes carcinogênicos;

Nesses casos é indicada a realização de exames anuais para rastreamento da doença. Usamos a chamada Tomografia de Baixa Dose (TBD), que é feita sem o uso de contraste e com exposição a baixas doses de radiação.

Além do câncer de pulmão, o tabagismo é fator de risco para outros tipos de câncer, como os tumores localizados na região da cabeça, pescoço e bexiga, por exemplo.

Sintomas

Em geral, a doença é assintomática. Mas em fases mais avançadas a pessoa pode apresentar:

  • Tosse seca, com sangue ou secreção;

  • Falta de ar;

  • Dor torácica;

  • Perda de peso;

  • Rouquidão;

  • Sintomas de comprometimento de órgãos à distância, como dor óssea quando há envolvimento dos ossos pela doença.

Tratamento

O tratamento do câncer de pulmão pulmão depende do estágio da doença ao diagnóstico, podendo incluir a cirurgia para retirada do tumor, radioterapia, quimioterapia, terapias-alvo e a imunoterapia.

Assista ao vídeo e saiba mais sobre o câncer de pulmão