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E se inventassem um robô que nos ajudasse a emagrecer?

Leia mais e tenha informações seguras sobre saúde.

​Você acharia legal? Sejamos sinceros, seria realmente uma boa ideia se isso acontecesse? Provavelmente não, por alguns motivos: o emagrecimento deve ser consequência de uma série de ações de “dentro” para fora, como reeducação alimentar e prática de exercícios. Ainda que existisse uma máquina “milagrosa” em que você entrasse obeso e saísse magro, ela não resolveria o problema.

Boa parte dos obesos têm outras disfunções associadas, como a compulsão alimentar, por isso a necessidade de uma avaliação multidisciplinar. Essa visão global é importante porque o melhor tratamento é aquele que não se restringe à consequência, mas procura extinguir a causa.

A tecnologia tem avançado muito na medicina e isso permitiu a criação de um sistema robótico que realiza diversos tipos de cirurgias com maior eficácia, entre elas as cirurgias bariátricas. Com a robótica, o médico controla, de um console, braços cirúrgicos que ficam no paciente, reproduzindo os movimentos do especialista.

O sistema aumenta em até 12 vezes a resolução da imagem e oferece uma visão tridimensional de todo o campo operatório. Além disso, possui um filtro para eventuais micro tremores do médico, em especial nas cirurgias de longa duração, entre outros recursos de ponta.

Utilizamos a robótica para as principais abordagens cirúrgicas no tratamento da obesidade grave, com resultados ainda mais imediatos na recuperação dos pacientes do que em outras técnicas, como a laparoscópica.

A robótica é uma alternativa importante para cirurgias complexas, mas, assim como qualquer tratamento, precisa de uma indicação clara e cuidados pós-cirúrgicos. O paciente deve ter consciência e se dedicar a mudar de vida. Sem essa adesão sincera e integral, não há robô que resolva o problema.


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