Traumatologia

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Traumatologista especialista em coluna em São Paulo: veja quando consultar

Sofre com dor na coluna, hérnia de disco ou escoliose? Saiba quando procurar um traumatologista especialista em coluna em São Paulo e conheça os tratamentos.
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Equipe Nove de Julho - Equipe Nove de Julho Atualizado em 18/02/2026
Traumatologista especialista em coluna​ em São Paulo

Entenda quando a dor nas costas exige um especialista e conheça as abordagens mais modernas para recuperar sua qualidade de vida.

Aquela dor persistente nas costas, que você atribuiu ao home office ou a uma noite mal dormida, começou a limitar seus movimentos. Atividades simples, como pegar um objeto no chão ou permanecer sentado em uma reunião, tornaram-se um desafio. Se este cenário é familiar, talvez seja a hora de procurar um traumatologista especialista em coluna.

Quando procurar um traumatologista especialista em coluna em São Paulo?

A dor nas costas é uma queixa comum, mas certos sinais indicam que o problema pode ser mais sério e necessita de avaliação especializada. A automedicação ou o adiamento da consulta podem agravar a condição e dificultar o tratamento.

É fundamental procurar um especialista se você apresentar algum dos seguintes sintomas:

  • Dor persistente ou progressiva: dor que não melhora após duas semanas de cuidados básicos, como repouso relativo e analgésicos simples.
  • Irradiação da dor: dor que se espalha da coluna para os braços ou pernas, um sinal clássico de compressão nervosa, como na hérnia de disco.
  • Sintomas neurológicos: formigamento, dormência, fraqueza muscular ou perda de força nos membros.
  • Dor após um trauma: qualquer dor significativa na coluna após uma queda, acidente de carro ou impacto direto.
  • Sinais sistêmicos: dor acompanhada de febre, perda de peso inexplicada ou mal-estar geral, que podem indicar infecções ou outras doenças.

Qual a diferença entre ortopedista traumatologista e neurocirurgião de coluna?

Ambos os especialistas são altamente qualificados para tratar problemas na coluna vertebral, mas suas formações de origem são distintas. O ortopedista traumatologista tem sua base na cirurgia ortopédica, focada no sistema musculoesquelético, incluindo ossos, articulações, ligamentos e músculos.

Já o neurocirurgião vem da neurocirurgia, com foco no sistema nervoso central e periférico. Na prática, para a grande maioria das doenças da coluna, como hérnias de disco, fraturas e doenças degenerativas, a atuação dos dois se sobrepõe. A escolha muitas vezes depende da experiência do profissional com uma técnica específica e da estrutura do hospital onde atua.

Quais as principais doenças e lesões tratadas por este especialista?

O campo de atuação do traumatologista de coluna é vasto, cobrindo desde condições degenerativas relacionadas à idade até lesões agudas. As patologias mais comuns no consultório incluem as que se seguem.

Hérnia de disco

Ocorre quando o núcleo gelatinoso de um disco intervertebral se desloca e comprime as raízes nervosas ou a medula espinhal. Causa dor intensa, ciática (dor irradiada para a perna), formigamento e, em casos graves, fraqueza.

Escoliose

É uma curvatura lateral anormal da coluna, que pode ser diagnosticada na infância ou se manifestar na vida adulta (escoliose degenerativa). O tratamento visa controlar a progressão da curva e aliviar os sintomas.

Fraturas vertebrais

Podem ser causadas por traumas de alta energia, como acidentes, ou por fragilidade óssea, como na osteoporose. O tratamento busca estabilizar a coluna e prevenir danos neurológicos.

Estenose do canal vertebral

Trata-se do estreitamento do canal por onde passam a medula espinhal e os nervos. É mais comum em idosos e causa dor, cãibras e dificuldade para caminhar.

Como é feito o diagnóstico preciso dos problemas de coluna?

Um diagnóstico correto é o primeiro passo para um tratamento eficaz. O processo começa com uma conversa detalhada (anamnese), na qual o médico investiga o histórico do paciente, o tipo de dor e os fatores de melhora ou piora.

Em seguida, um exame físico minucioso avalia a postura, a amplitude de movimento, a força muscular e os reflexos. Para confirmar a suspeita diagnóstica e planejar o tratamento, o especialista pode solicitar exames de imagem, como:

  • Ressonância Magnética (RM): oferece imagens detalhadas das partes moles, como discos, nervos e ligamentos.
  • Tomografia Computadorizada (TC): ideal para visualizar as estruturas ósseas, sendo fundamental na avaliação de fraturas.
  • Radiografias (Raio-X): utilizadas para avaliar o alinhamento da coluna e a presença de instabilidade ou deformidades.

Quais são os tratamentos modernos para a coluna vertebral?

A cirurgia de coluna evoluiu significativamente. Hoje, o foco está em preservar a mobilidade e garantir uma recuperação mais rápida. As abordagens são personalizadas para cada caso.

Tratamentos conservadores: a primeira linha de cuidado

A maioria dos casos de dor na coluna é resolvida sem cirurgia. O tratamento conservador inclui fisioterapia, para fortalecimento e reeducação postural, medicamentos para controle da dor e inflamação, e mudanças no estilo de vida. Acupuntura e RPG (Reeducação Postural Global) também podem ser indicados.

Além disso, o monitoramento proativo dos sintomas e o autocuidado são aspectos cruciais. Eles são essenciais para prevenir complicações e garantir o sucesso a longo prazo no alívio das dores crônicas na coluna.

Procedimentos minimamente invasivos: a nova fronteira da cirurgia

Quando a cirurgia é necessária, as técnicas minimamente invasivas são frequentemente a primeira opção. Elas utilizam incisões menores, câmeras de vídeo e instrumentos especiais para realizar o procedimento com menor dano aos tecidos saudáveis. As vantagens são claras: menos dor no pós-operatório, menor tempo de internação e retorno mais rápido às atividades diárias.

A neuromodulação, por exemplo, é uma técnica minimamente invasiva que se mostra eficaz para aliviar dores crônicas e restaurar funções, mesmo após lesões vertebrais. Ela atua estimulando circuitos nervosos específicos na medula espinhal, o que pode ajudar a restaurar movimentos coordenados e fundamentar novas abordagens para a estabilização vertebral e o alívio da dor.

Algumas das técnicas mais utilizadas são:

  • Cirurgia endoscópica da coluna: feita com uma pequena câmera (endoscópio) para tratar hérnias de disco e estenose.
  • Artrodese minimamente invasiva: fusão de vértebras realizada com pequenas incisões para tratar instabilidade e espondilolistese.
  • Vertebroplastia e Cifoplastia: injeção de cimento ósseo para estabilizar fraturas por osteoporose.

Por que escolher um centro de referência como o Hospital 9 de Julho?

O tratamento de condições complexas da coluna exige mais do que um bom especialista. Requer uma infraestrutura hospitalar completa e uma equipe multidisciplinar. Em São Paulo, o Hospital 9 de Julho, parte da Rede Américas, se destaca como um centro de excelência em ortopedia e traumatologia.

A escolha de um hospital de ponta garante acesso a:

  • Tecnologia avançada: equipamentos de diagnóstico por imagem de última geração, como ressonância magnética e salas cirúrgicas equipadas para procedimentos de alta complexidade. Esses centros também utilizam tecnologias avançadas para a estabilização vertebral, como hastes magnéticas, que são fundamentais para corrigir deformidades e prevenir o agravamento de dores.
  • Equipe multidisciplinar: colaboração entre traumatologistas, neurocirurgiões, fisiatras, fisioterapeutas e especialistas em dor para um plano de tratamento integrado. Este acompanhamento especializado também enfatiza a coordenação do cuidado, que é essencial para estabilizar a coluna e reduzir a dor crônica, especialmente após traumas graves.
  • Segurança do paciente: protocolos rigorosos de segurança e qualidade assistencial, certificados por acreditações nacionais e internacionais.

Ter essa estrutura à disposição permite que o especialista execute os procedimentos mais avançados com precisão, otimizando os resultados e a segurança do paciente durante todo o processo de cuidado, do diagnóstico à reabilitação completa.

Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui avaliação médica. Em caso de dúvidas, procure um especialista habilitado.

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