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Clínica da Mulher

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Já ouviu falar em Tricomoníase?

Leia mais e tenha informações seguras sobre saúde.
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Dra. Thais Farias Koch Mello - Ginecologista Atualizado em 11/09/2017

Quem é mulher sabe, basta um leve descuido na saúde íntima para que problemas como corrimentos, coceiras e ardência durante o ato sexual ou ao urinar apareçam. Além do desconforto que esses sintomas provocam, é importante ficar atenta a eles. Em muitos casos, podem indicar a presença de uma DST (Doenças Sexualmente Transmissíveis). 

É o caso, por exemplo, da Tricomoníase, infecção causada pelo protozoário Trichomonasvaginalis, que pode atingir o colo do útero, a vagina, a uretra e o pênis.

Apesar do nome complicado, o contágio é muito simples. A principal forma de transmissãoocorre pelo sexo desprotegido com uma pessoa infectada.

O uso de preservativo (masculino ou feminino) durante as relações sexuais, além do cuidado com a higiene íntima, são os meios mais eficazes de evitar a contaminação. 

Há relatos mais raros de transmissão por uso de roupas íntimas, roupas de cama, toalhas de banho úmidas contaminadas, assentos de banheiros e por instrumentos ginecológicos.

Sendo assim, o uso de preservativo (masculino ou feminino) durante as relações sexuais, além do cuidado com a higiene íntima, são os meios mais eficazes de evitar a contaminação.

Fatores de risco para contrair a tricomoníase

Quer evitar o problema? Então fique de olho nos fatores que podem contribuir para o contágio.

  • Presença de múltiplos parceiros sexuais;

  • Relações sexuais desprotegidas;

  • Histórico de outras doenças sexualmente transmissíveis(DST).

Principais sintomas

  • Dor durante a relação sexual;

  • Ardência ou dificuldade para urinar;

  • Prurido (coceira) genital;

  • Secreção amarelada ou esverdeada abundante (às vezes bolhosa e com odor);

  • Secreção purulenta uretral (uretrite);

  • Dor pélvica.

Diagnóstico

A melhor maneira de identificar a doença é por meio de uma consulta médica com seu ginecologista, urologista ou clínico geral.

O diagnóstico é feito por meio de exame físico, onde é visualizada a secreção vaginal anormal e solicitado exame complementar com cultura de secreção.

Tratamento

Normalmente, o tratamento é feito com antibióticos (seja via oral, creme vaginal ou óvulo) e deve ser feito para o casal, independentemente de o parceiro ter ou não sintomas.

É importante lembrar que a presença de tricomoníase aumenta a chance de transmissão do vírus HIV e, além disso pode causar parto prematuro em gestante e infertilidade.

Portanto, não dê chance ao azar. Use preservativo nas relações sexuais e mantenha seus exames em dia.

Escrito por
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Dra. Thais Farias Koch Mello

Ginecologista
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Dra. Thais Farias Koch Mello

Ginecologista