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Pouca gente sabe, mas existem fisioterapeutas especializados na reabilitação dos músculos do assoalho pélvico, responsáveis pela sustentação de órgãos como o útero, bexiga, reto e também pela função sexual. Quando há um enfraquecimento, por exemplo, destes músculos, uma série de sinais e sintomas podem aparecer como perda urinária e falta de lubrificação vaginal.

Por meio de técnicas específicas de musculação, eletroneuroestimulação entre outras atividades focadas na retomada das funções dos tecidos danificados, a Fisioterapia Uroginecológica pode fortalecer esses músculos, melhorando a qualidade de vida das mulheres.

A perda de urina atinge mulheres de todas as idades e não deve ser encarada como algo normal. É necessário buscar a correta investigação e diagnóstico precoce. Há diversas causas para a incontinência, seja o trauma dos tecidos causado pelo parto ou hábitos urinários diários como segurar por muito tempo a vontade de urinar. Por isso, devemos nos preocupar com a prevenção, fortalecendo a musculatura antes de uma gravidez, por exemplo.

O problema é tão comum que ganhou uma data internacional para ser lembrado, o Dia Mundial de Incontinência Urinária, em 14 de março, organizado no Brasil pela Sociedade Brasileira de Urologia que estima que uma em cada 25 pessoas no Brasil sofre de Incontinência Urinária.

Se seguida a risca, a fisioterapia pode fazer a diferença entre a recuperação e a indicação de uma cirurgia. Segundo Thais, até 85% dos casos de incontinência urinária e fecal sem grave lesão têm boa resposta ao tratamento.

A fisioterapia uroginecológica irá atuar na reeducação do funcionamento da bexiga e fortalecimento do assoalho pélvico (períneo) proporcionando conscientização corporal e prevenindo futuras alterações dessa musculatura.

Thaís Mello, fisioterapeuta especializada em reabilitação perineal do H9J

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