​Os fumantes ainda menosprezam os males que o cigarro traz para a saúde. Entre eles, o risco aumentado de câncer de pulmão. Segundo o Instituto Nacional do Câncer¹, a doença é a segunda mais frequente no Brasil, atrás apenas do câncer de pele, com 31.270 novos casos todos os anos. 

Para conscientizar a população sobre as consequências do tabagismo foi criado o Dia Nacional de Combate ao Fumo, em 29 de agosto. O fumo é o maior fator de risco para o desenvolvimento da doença. Fumantes e ex-fumantes costumam ter 20 vezes mais risco de desenvolver câncer de pulmão do que pessoas que nunca fumaram.

Sintomas 

Na fase inicial, normalmente, é uma doença silenciosa com pouco ou nenhum sintoma. Isso é um problema, porque quando começam a aparecer os sintomas como tosse, tosse e secreção com sangue, pneumonia de repetição e dor torácica significa que a doença pode estar em fase avançada. 

Diagnóstico

É feito a partir dos resultados de exames de análises clínicas e de imagem, mas, principalmente, por uma biópsia. 

Entre os exames solicitados estão radiografia de tórax, tomografia computadorizada, ressonância magnética, tomografia por emissão de pósitrons (PET-CT) e cintilografia

Tratamento 

Em fases iniciais da doença, o tratamento é cirúrgico. Nas fases mais avançadas, quando há um comprometimento grande do pulmão ou quando a doença foi disseminada a outros órgãos, o tratamento é sistêmico, ou seja, do corpo todo. 

A médica afirma que o especialista pode lançar mão de quimioterapia isolada, quimioterapia associada a imunoterapia, só imunoterapia ou terapia alvo. 

Entre os profissionais envolvidos no tratamento estão oncologista, pneumologista, cirurgião torácico, radioterapeuta, médico nuclear, enfermeiro, fisioterapeuta e nutricionista. Em geral, a prevenção do câncer de pulmão é não fumar.

Por isso, se chegou até aqui e é fumante, aproveite esse incentivo e procure ajuda para deixar o vício!


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