O câncer de mama é uma doença muito heterogênea, isso faz com que os tratamentos sejam diferentes para cada paciente, de acordo com idade, características biológicas, e com o tamanho e localização do tumor.

Os principais tratamentos são:

  • Cirurgias e radioterapia (para o controle local e regional da doença);
  • Quimioterapia e hormonioterapia (tratamento sistêmico);
  • Uso de drogas com alvos específicos de atuação (como os inibidores de ciclina CDK4/6);
  • Drogas para bloqueio da hiperexpressão de HER2;
  • E, mais recentemente, a imunoterapia.

A boa notícia é que a evolução no tratamento é perceptível e concreta. Hoje temos cirurgias cada vez menos invasivas, com menos mutilação, além de radioterapia e tratamentos sistêmicos mais potentes e específicos adequados a cada paciente, com menos efeitos colaterais.

Para todo esse conjunto de ações – do rastreamento ao tratamento – é preciso trabalhar em equipe multidisciplinar com médicos, enfermeiros, nutricionistas, fisioterapeutas e psicólogos, sempre de maneira coordenada para o maior benefício à paciente.

Detecção precoce

As chances de cura são reais e o mais importante é a descoberta precoce. Além de uma chance muito maior de cura, o diagnóstico precoce resulta em um tratamento muito menos agressivo para a paciente. As principais formas de se detectar o tumor são exames de imagem, como mamografia, ultrassonografia e ressonância magnética. Saiba mais sobre a importância dos exames.