Segundo dados da International Diabetes Federation (IDF), a cada dia surgem 500 novos casos de diabetes no país. Em todo mundo, pelo menos 245 milhões de pessoas são diabéticas. Só no Brasil, são cerca de 10 milhões de pessoas portadoras da doença.

Atento a esses números alarmantes, em 1991, foi criado o Dia Mundial do Diabetes, celebrado no dia 14 de novembro. A data foi escolhida devido ao nascimento de um dos responsáveis pela descoberta da insulina, o cientista canadense Frederick Banting, e tem o objetivo de ampliar e reforçar a conscientização de todos sobre o assunto, uma vez que o desconhecimento sobre a doença é um dos principais vilões dessa história.

Diabetes é o nome dado a doenças que causam aumento na quantidade de glicose no sangue, também conhecido como hiperglicemia, e pode ser dividido em dois tipos. O tipo 1 (ou diabetes juvenil), é uma doença auto-imune e acontece quando o corpo identifica as células produtoras de insulina como corpos estranhos por engano e passa a destruí-las. Sem a insulina produzida por elas, as células têm dificuldade em absorver o açúcar do sangue, que acaba se acumulando.

Já na diabetes do tipo 2, ou diabetes do adulto, o corpo perde sua sensibilidade à insulina ou tem uma diminuição drástica de sua produção. Esse tipo, em especial, possui maior relação com o sedentarismo e a obesidade. Sendo assim, sua prevenção e tratamento baseiam-se essencialmente na prática de exercícios físicos e na boa alimentação.

Para saber se você pode ter ou não a doença, consulte seu médico para fazer os exames adequados e fique atento aos sintomas do diabetes listados abaixo:

  • Urinar com frequência
  • Sede excessiva
  • Fome aumentada
  • Perda de peso
  • Cansaço
  • Falta de concentração e de interesse em atividades rotineiras
  • Vômitos e dores de estômago (frequentemente confundidas com gripe)
  • Sensação de formigamento ou torpor nas mãos e pés
  • Visão embaçada
  • Infecções frequentes
  • Feridas de difícil cicatrização

“O diabetes não tem cura e suas complicações podem levar a sequelas para a saúde do paciente, como: AVC, amputação de membro, cegueira, infarto, insuficiência renal, neuropatia periféricas” conta Dr. José Resende Neto, cirurgião vascular e coordenador do Centro de Diabetes do Hospital 9 de Julho.

“O diabético precisa cuidar de sua dieta, fazer exames periódicos, contar com acompanhamento médico, principalmente, de um endocrinologista e ficar atento com as alterações que vai tendo durante sua vida para não ter sequelas importantes que possam alterar sua qualidade de vida.”

O Hospital 9 de Julho conta com o Núcleo de Diabetes, formado por uma equipe multidisciplinar preparada para atender todos os pacientes com patologias ligadas ao diabetes. O paciente poderá contar com os serviços de:

  • Endocrinologia
  • Nefrologia
  • Cardiologia
  • Infectologia
  • Oftalmologia
  • Dermatologia
  • Urologia
  • Cirurgia vascular e endovascular
  • Cirurgia cardíaca
  • Fisiatria
  • Ortopedia
  • Neurologia
  • Nutrologia
  • Nutricionista
  • Fisioterapia
  • Exames para diagnóstico

“O diferencial do Centro é a agilidade no atendimento ao paciente diabético, que passará em consulta com especialistas e poderá realizar todos os exames necessários no mesmo dia, fazendo com que tenha menos tempo de internação” ressalta Dr. Resende.

Em outras palavras, o Centro de Referência oferece todo o atendimento que o paciente precisa em um único lugar, em um modelo que reúne troca de informações entre especialistas e acesso a recursos médicos e tecnológicos. O resultado é um ambiente com mais conforto e segurança para o paciente e seus acompanhantes.