Ninguém gostaria de desenvolver uma doença como o câncer, com tratamentos muitas vezes longos e, em alguns casos, sem cura. O Dia Mundial do Câncer, celebrado hoje, em 4 de fevereiro, foi escolhido para nos conscientizar sobre o tema.

Atitudes simples e mudanças na rotina ajudam o organismo a se manter equilibrado e reduzem a possibilidade da doença.

Chamamos de câncer a mais de 200 patologias causadas pelo crescimento anormal e descontrolado de células do corpo. Este ‘erro’ na produção celular pode ter diversas origens, inclusive ambientais, e é neste ponto que podemos atuar com a prevenção.

Saiba como você pode ter um menor risco de desenvolvimento da doença:

Evitar as quatro causas infecciosas: HPV e Hepatite B, que possuem vacinas específicas, C e HIV. Para evitá-los, é importante fazer sexo com proteção e não compartilhar itens de higiene pessoal como alicates de unha e aparelho de barbear;

Alimentação: a diminuição de carne vermelha e de gorduras e o maior consumo de legumes e alimentos não industrializados auxiliam o organismo a manter seu equilíbrio, diminuindo o risco de alguns tipos de tumores;

Atividades físicas: a prática de atividade física está associada a uma menor incidência de câncer de mama, de intestino e de pulmão;

Não fumar: o tabagismo está ligado não apenas ao câncer de pulmão, mas também ao de bexiga, pâncreas, entre outros órgãos por causa dos efeitos inflamatórios das mais de quatro mil substâncias contidas no cigarro;

Não beber em excesso: o álcool é outra substância que, comprovadamente, agride o organismo em longo prazo. Consumi-lo com consciência pode evitar câncer de fígado, esôfago, etc.;

Cuidado com a exposição ao sol: a falta de proteção contra os raios UV pode vir a desenvolver um dos tipos de câncer de pele, inclusive o Melanoma, o mais agressivo. Protetor solar não é caro e ainda ajuda a prevenir o envelhecimento.

Quanto mais saudável for a nossa rotina, menores as chances de desenvolvermos câncer e de outros problemas graves. A não ser em alguns casos específicos, a predisposição genética não é determinante. É aí que entra como diferencial a qualidade de vida.