Quando falamos sobre andar de bicicleta, o sentimento de nostalgia é inevitável, e que delícia de experiência! Além de muito utilizada em momentos de lazer, ela é um importante meio de transporte. E os estímulos para pedalar só têm aumentado.

Nos últimos quatro anos, o número de vias destinadas a bicicletas aumentou 133% em todo o país, segundo levantamento realizado em 2018 pelo canal de tv por assinatura GloboNews junto ao governo do Distrito Federal.

Esse prazer também virou negócio: foram criados aplicativos de aluguel das “magrelas”, o que ampliou ainda mais o uso em grandes centros urbanos. As pessoas optaram por adotá-las para aumentar a qualidade de vida, melhorar a saúde ou fugir do caótico trânsito de São Paulo, por exemplo.

Os benefícios são muitos, mas não podemos descuidar da segurança. O Dr. Renato Poggetti, coordenador do Centro de Trauma do Hospital 9 de julho, recomenda o uso de equipamentos de proteção como: capacete, luvas, camisa, calção ou calça com proteção das nádegas, protetores de cotovelo e joelho.

Os ciclistas estão mais sujeitos a sofrerem lesões em todas as partes do corpo, especialmente na cabeça, pescoço, coluna vertebral, tórax e abdome. 

O Dr. Poggetti reforça que o uso de equipamentos de proteção individual é imprescindível para evitar lesões graves. Andar a uma velocidade inferior a 30Km/h, transitar exclusivamente em ciclovias, e respeitar às leis de trânsito são outras dicas que ajudam a manter ciclistas longe de acidentes.

Fique ligado nos cuidados e vá “pela sombra”, ou melhor, pela ciclofaixa, neste caso.