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Osteoporose é mais comum em mulheres no pós-menopausa

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​Caracterizada pela perda progressiva da densidade óssea, a osteoporose é uma doença que deixa o paciente mais vulnerável a ocorrência de fraturas. "A causa é um desequilíbrio que ocorre no processo natural de formação e reabsorção óssea em nosso organismo", afirma o reumatologista do Hospital 9 de Julho​, Nilton Salles.

​Os ossos de nosso corpo estão constantemente em processo de renovação. Eles são constituídos por células que levam o nome de osteoblastos, que têm a função de renovar o osso, e por osteoclastos, com a função de reabsorver as áreas envelhecidas, substituindo-as por novas. Essa função é que permite que os ossos se recuperem quando sofrem traumas ou fraturas.

No paciente com osteoporose, a absorção das células velhas aumenta e a formação de células novas pode diminuir de forma expressiva. Com isso, os ossos ficam mais porosos e menos resistentes, podendo levar a fraturas muitas vezes espontâneas ou causadas por pequenos impactos. 

​​Fatores de risco

Tanto homens como mulheres podem ter osteoporose, embora ela seja mais frequente entre as mulheres no período pós-menopausa. Entre os fatores de risco que aumentam as chances de desenvolver osteoporose estão alimentação deficiente em cálcio e vitamina D, falta de exposição à luz do sol, sedentarismo, tabagismo e consumo excessivo de álcool. Histórico familiar da doença e algumas características físicas como ter pele branca, ser magro e de origem asiática são consideradas condições que predispõem o organismo à doença. 

"A osteoporose não provoca sintomas. Quando eles surgem, se manifestam pela forma de fraturas sem que tenha havido um trauma expressivo para causá-las, indicando que a doença já está numa fase mais avançada", afirma Salles.

Para prevenir a enfermidade, que é necessário desde cedo adotar hábitos saudáveis de vida: ter uma rotina de exercícios físicos, dieta balanceada com alimentos ricos em cálcio e tomar sol regularmente (tomando cuidado para proteger a pele) são medidas recomendadas.

O diagnóstico é feito pelo exame de densitometria óssea e o tratamento depende do grau de evolução da doença, podendo envolver uso de medicamentos. 

Artigo originalmente publicado em 27/06/2016  e atualizado.

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