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Melanomas: evite se expor ao sol em horários de pico

​​​​​​​​​​​O melanoma é um tipo de câncer de pele que se origina dos melanócitos, ou seja, das células produtoras da melanina, responsáveis pela cor da pele. "É muito importante conscientizar a população sobre como​​ se prevenir contra essa doença porque ela tem altos índices de mortalidade quando não tratada adequadamente", afirma o cirurgião oncologista do Hospital 9 de Julho Renato Santos de Oliveira Filho

Os sintomas da doença geralmente incluem o aparecimento de pintas escuras com bordas irregulares, muitas vezes acompanhadas de coceira, descamação e/​​ou sangramento. Deve se ficar atento quando pintas já existentes aumentam de tamanho ou sofrem alterações em sua cor e forma. "Muitas vezes as pessoas não dão importância aos sinais que aparecem na pele e isso é um erro. Enquanto um tumor em um órgão interno pode levar muito tempo para se disseminar, o melanoma avança rapidamente e penetra no corpo, espalhando-se", explica o médico.

Para prevenir o melanoma é necessário cuidados ao se expor ao sol, evitando os horários em que os raios são mais fortes e fazendo uso de chapéu, roupas adequadas​ e protetor solar. São mais suscetíveis à doença pessoas com pele mais clara e com histórico familiar de câncer de pele.

Para fazer o diagnóstico é preciso fazer exame de biopsia. "O médico retira a lesão, ou seja, a pinta onde há suspeita de câncer e faz uma analise desse material. Dependendo do resultado, é preciso fazer uma outra cirurgia para ampliação das margens e biópsias de linfonodo sentinela, que tem ​um outro tipo de exame chamado de  biópsia linfonodo sentinela, que tem o objetivo de identificar possíveis metástases regionais ​da doença", diz Oliveira Filho. mulher de costas tomando sol

De acordo com o diagnóstico será definido o tratamento, que pode envolver cirurgias. "A fase de biopsia pode ser feita em consultório, mas os procedimentos cirúrgicos são feitos sempre em ambiente hospitalar. Em casos em que a doença é detectada precocemente, geralmente o tratamento é bem sucedido apenas com a cirurgia em 90% dos casos. Mas quando a patologia já atingiu os chamados linfonodos regionais (os gânglios linfáticos), vai requerer tratamento adjuvante ​de imunoterapia e não a quimioterapia como em outros tipos de câncer", afirma o médico.​

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