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Câncer de ovário é um dos mais difíceis de diagnosticar

​​​Os ovários são os órgãos femininos responsáveis pelo armazenamento dos óvulos e pela produção dos hormônios femininos. O desenvolvimento do câncer nos ovários ocorre em torno dos 60 anos de idade. Diferente do câncer de mama ou do câncer de colo de útero não existe exame de rastreamento que consiga identificar a doença em um momento inicial. Como em geral os sintomas são inespecíficos, a maioria das pacientes acaba sendo diagnosticada quando a doença é bastante avançada. O Hospital 9 de Julho possui uma equipe de especialistas em Oncoginecologia preparada para diagnosticar e tratar tumores e cânceres de ovário na Clínica da Mulher.

Sintomas

Dores pélvicas, constipação, massa abdominal palpável e aumento de volume abdominal são alguns dos sintomas associados aos tumores ovarianos. Sintomas intensos, persistentes ou que ocorrem simultaneamente devem ser motivo de investigação imediata. 

Como é feito o diagnóstico?
 

O diagnóstico definitivo da doença só pode ser feito por meio de exame anatomopatológico. Para isso, é necessária avaliação da peça cirúrgica ou da biópsia dependendo das condições clínicas da paciente ou do grau de disseminação do câncer. Exames de imagem como ultrassom, Tomografia Computadorizada ou Ressonância Magnética ajudam a presumir a natureza da tumoração (benigna ou maligna) e o grau de disseminação. Quanto mais informações foram coletadas melhor será o planejamento sobre o tipo de procedimento a ser realizado. 


Risco genético?

Apenas 15% das pacientes com câncer de ovário apresentam a mutação dos genes BRCA1 e 2. A mutação destes mesmos genes aumenta o risco de câncer de mama.  Se alguma paciente apresenta casos recorrentes de câncer de mama ou de ovário, o teste genético é recomendado. No entanto, somente o médico especialista pode indicar a melhor conduta.   O Hospital 9 de Julho conta com uma equipe especializada em Oncoginecologia. 


Tratamento 

O tratamento depende da classificação do tipo histológico (característica microscópica do tumor), grau de agressividade da doença e estadiamento (disseminação). Geralmente a cirurgia inclui a retirada dos ovários, tubas, útero, omento e qualquer estrutura abdominal comprometida pela neoplasia. Na maioria dos casos com doença disseminada se opta pela realização da quimioterapia após a recuperação da cirurgia.

A cirurgia robótica ginecológica é uma opção com vantagens às pacientes, pois o risco de sangramento e complicações é menor que uma cirurgia convencional e o tempo de internação também costuma ser reduzido. 



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