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Câncer de Mama é o tipo de câncer que mais afeta as mulheres

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Câncer de Mama: O que é?

O câncer de mama se desenvolve mais frequentemente nas células que revestem os ductos mamários que estão em constante multiplicação. Inúmeros fatores, como: pessoais, ambientais, genéticos, hormonais, idades e outros, podem transformá-las em células anormais que vão se dividir descontroladamente perdendo o limite do crescimento tanto local na mama,  podendo se espalhar regionalmente para os gânglios da axila ou em outros órgãos.

É o tipo mais comum entre as mulheres no mundo e no Brasil e a sua maior incidência ocorre após os 35 anos, sendo ainda mais frequente após os 50 anos. São 1,38 milhões de novos casos e 458 mil mortes pela doença por ano, de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS). De acordo com os  dados da Sociedade Brasileira de Mastologia, cerca de uma a cada 12 mulheres terão um tumor nas mamas até os 90 anos de idade. No Brasil, as estimativas de incidência de câncer de mama para o ano de 2019 são de aproximadamente 60.000 novos casos.

Segundo o mastologista da Clínica da Mulher do Hospital 9 de Julho, Fábio Laginha, a doença tem alguns fatores de risco:

  • Idade avançada,
  • Menarca precoce (data da primeira menstruação),
  • Menopausa tardia,
  • Primeiro filho depois dos 30 anos,
  • Histórico familiar: nesse caso, a paciente faz parte de um grupo de maior risco e deve ter um controle e acompanhamento mais rigoroso de um mastologista ou ginecologista. O controle annual por meio de exames como mamografia, ultrassom das mamas e ressonância magnética deve começar antes dos 40 anos.

    Apesar da causa ainda não ser totalmente conhecida, há também os fatores de risco ligados ao estilo de vida, que podem ser modificáveis. Alguns hábitos que podem ajudar na prevenção do cancer de mama:
  • Alimentação saudável que inclui fibras, frutas e verduras,
  • Atividade física regular,
  • Controlar o peso, evitar o consumo abusivo de bebidas alcoólicas e o tabagismo.

     

    Sintomas da doença:

     
  • Mudança no formato da mama,
  • Saída de líquido de origem desconhecida,
  • Vermelhidão, ardor ou coceira,
  • Ferida na pele,
  • Afundamento ou retração,
  • Nódulo na mama ou axila,
  • Veia facilmente observada e crescente,
  • Mudança na textura da pele,
  • Inversão ou mudança no formato do mamilo,
  • Dor constante na região da mama ou axilas.

          Diagnóstico

 

"A mamografia é o melhor exame comprovado para detectar lesões iniciais e não palpáveis" afirma, Laginha. Outros exames como a ultrassonografia e a ressonância magnética são usados, principalmente, em pacientes com mamas densas ou que apresentam risco genéticos, uso de próteses e outros casos que o mastologista e radiologistas acharem necessários para complementar. O rastreamento do câncer de mama deve ser feito com mamografia a partir dos 40 anos e anualmente. O diagnóstico precoce do câncer de mama é o primeiro passo para que consigamos diminuir a mortalidade das mulheres.

 

         Atenção:

A realização dos exames de rotina é muito importante. Quanto mais precoce for o diagnóstico, mais chances a paciente tem de fazer cirurgias menores, menos mutiladoras, com uso de menos medicamentos e mais chances de cura. A fase ideal para se descobrir um câncer é antes que ele apresente sintomas. O autoexame ajuda principalmente para as mulheres que estão fora da faixa de rastreamento mamográfico e deve ser feito uma vez por mês, na semana seguinte ao término da menstruação. Mas, lembre-se: o melhor exame com comprovação científica que diminui a mortalidade por câncer de mama é a mamografia.


       Tratamento

 

O câncer de mama é um tumor heterogêneo, ou seja, existe um espectro de agressividade, desde os de menor risco até os sub tipos mais graves e de risco acentuado. Para isto o exame da biópsia é complementado por imunohistoquímico e se necessário com estudo genético para determinar qual o tipo de terapia mais eficaz para a paciente. Além disso, a paciente tem que ser avaliada quanto a extensão da doença (estadiamento): se é só local, regional na axila ou se já atingiu algum órgão a distância (metástase).

Os tratamentos são cirúrgicos, radioterápicos e oncológicos multidisciplinares. Envolvem:

- o mastologista que investiga a extensão da cirurgia,

- o radioterapeuta que avalia a necessidade e o tipo de radioterapia,

- o oncologista clínico que avalia a necessidade, quando e qual o tipo de tratamento complementar com quimioterapia.

Por esses motivos, tipo, tamanho, extensão, idade da paciente e outras doenças associadas, o tratamento do câncer deve ser personalizado e visto por uma equipe que trate da paciente sob todos os aspectos: médicos, estéticos, nutricionais, fisioterápicos e psicossociais.


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