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Colite provoca diarreia e prisão de ventre

​​​A colite é caracterizada pela inflamação intestinal que geralmente causa diarreia, eventualmente alternância do hábito intestinal. Entre os diversos tipos existentes estão as colites infecciosas (seja por vírus, bactérias ou parasitas), ulcerativa, isquêmica, pseudomembranosa e até mesmo algumas sem causa definida, denominadas idiopáticas. São divididas também pelo tempo de doença, entre agudas (maior que 1 semana) e crônicas (menor que 4 semanas). As mais comuns são as infecciosas, especialmente por contágio alimentar. 

Alguns subtipos da doença são:

Retocolite ulcerativa:  é uma forma de Doença Inflamatória Intestinal (DII) que acomete somente os cólons (intestino grosso), especialmente sua parte final (reto). Provoca diarreia, dor abdominal e sangramento nas fezes. Assim como na Doença de Crohn, pessoas com Retocolite Ulcerativa são geneticamente predispostas, com cólon inflamado e com úlceras.​

Isquêmica:  este tipo decorre da fata de irrigação sanguínea local. Leva a mucosa a apresentar palidez e, com a interrupção de irrigação sanguínea, causa lesões no cólon. Acomete normalmente quem tem doença arteriosclerótica e é mais comum em idosos. O tratamento varia, podendo ir de desobstrução dos vasos sanguíneos, necessidade de cirurgia, ou mesmo apenas controle e alívio de sintomas em casos mais leves.

Pseudomembranosa:  este tipo de colite é causado por uma bactéria oportunista que aparece após o uso prolongado de antibióticos, prática que pode matar a flora intestinal. Com isso, germes habitualmente do bem podem se tornar patogênicos, incluindo o Clostridium difficile, que pode levar à esse tipo de colite. O tratamento se faz por meio de antibiótico especifico para combater o C. difficile e, posteriormente, com a reposição da flora. Casos refratários podem necessitar de "transplante fecal", com boa resposta.

Sintomas geralmente associados às colites

  • Dor abdominal;
  • Alternância entre diarreia ​e prisão de ventre;
  • Presença de muco nas fezes;
  • Fezes com sangue;
  • Febre;
  • Desidratação;
  • Gases.

Como fazer o diagnóstico

Em primeiro lugar o médico faz um exame físico e investiga o histórico do paciente. Depois podem ser solicitados exames:

  • Sangue
  • Fezes
  • Colonoscopia e
  • Tomografia computadorizada ou ressonância magnética.

Tratamento

O tratamento é diverso, podendo envolver medicamentos e suplementos, além de dieta restritiva para evitar consumo de alimentos crus. 

Segundo o Dr. Mateus Azevedo, coordenador do Centro de Doenças Inflamatórias Intestinais (CDII), é importante incluir na dieta alimentos probióticos como iogurtes e leites fermentados. "Para melhorar a flora bacteriana".

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